Além da disseminação do coronavírus, as divergências no mercado de petróleo entre Arábia Saudita e Rússia ampliaram fortemente a volatilidade dos mercados na abertura da semana. Como principal apólice de seguro para o elevado grau de incerteza, em 0,74% a.a., as taxas de retorno do título do Tesouro de 10 anos dos EUA alcançam mínimasContinue reading "Comportamento Semanal – Corrida por Segurança"
Com o aumento da volatilidade proporcionada pela epidemia do Covid-19 para a atividade global, é provável que o Federal Reserve flexibilize novamente a política monetária para dar apoio à economia, ainda que haja receios quanto à sua eficácia.
O Copom deve cortar a taxa Meta Selic em 0,25 p.p., levando a patamar de 4,00% a.a.. Apesar da forte depreciação recente do real, o fraco dinamismo da economia, medidas de núcleo da inflação em níveis bastante confortáveis e a ancoragem das expectativas propiciam um balanço de riscos favorável para a inflação. Ademais, os impactosContinue reading "Pré-Copom: Março/2020"
A recente turbulência nos mercados internacionais com o surto do Covid-19 já afeta as variáveis dos principais indicadores de mercado. Internamente, associa-se à frustração com o ritmo da recuperação as incertezas sobre os efeitos da epidemia na atividade global, que poderão derrubar as projeções de crescimento para 2020.
A frustração com o ritmo de recuperação da atividade tende a reduzir as expectativas de crescimento. O Boletim Focus já sinalizou uma redução de 0,07 p.p. para 2,23% para a variação projetada do PIB em 2020.
Por causa da ancoragem da inflação e dos efeitos defasados da política monetária, o Copom reduziu a Meta Selic em 0,25 p.p. para 4,25% a.a., renovando a mínima histórica. Adicionalmente, sinalizou o fim do ciclo de afrouxamento iniciado em jul/19.