A despeito do cenário internacional mais otimista no que tange ao enfrentamento à epidemia de coronavírus com a possibilidade de abertura dos mercados em alguns países, o Boletim Focus voltou a reduzir a projeção de crescimento do PIB para -2,96% em 2020. O IBC-BR acumulado em 12 meses saiu de 0,82% em jan/20 para 0,66%Continue reading "Comportamento Semanal – Ajustando-se às expectativas"
Em março, o IPCA desacelerou para 0,07%, mesmo com a forte alta no preço dos alimentos, por causa da reação inicial à Covid-19. Capturando, parcialmente, o impacto da parada súbita da atividade, os preços de serviços, que costumam exibir maior inércia, reduziram-se em 0,14%. O cenário deflacionário de curto prazo deve ser aprofundado com aContinue reading "Comportamento Semanal – Ambiente deflacionário"
Os reflexos das ações para a contenção da Covid-19 já se fazem sentir nos indicadores da atividade. Nos EUA, o payrroll apontou corte de 701 mil vagas em março (+275 mil em fev/20), a taxa de desemprego saltou de 3,5% para 4,4% e houve 10 milhões de pedidos de seguro-desemprego nas duas últimas semanas. Localmente,Continue reading "Comportamento Semanal – Primeiros sinais"
Além da expectativa de uma evolução favorável da Covid-19 e dos efeitos positivos das medidas emergenciais para manter a economia em funcionamento, a semana que começa vai ajudar na medição da dimensão dos impactos da crise nos indicadores de atividade. Apesar das divulgações da PNAD contínua, da produção industrial e dos números relativos a políticaContinue reading "Comportamento Semanal – Foco nos dados de março"
A dimensão de instrumentos já utilizados pelo BC para assegurar a estabilidade financeira e cambial, bem superior ao utilizado em 2008, indica a natureza sem precedentes da crise atual que poderá requerer ações e medidas até então inéditas de cunho monetário, regulatório e fiscal.
A elevada volatilidade nos mercados, devido à pandemia de coronavírus, fez com que os Bancos Centrais reagissem. Além do aumento da liquidez, o Federal Reserve reduziu a taxa de juros para entre 0,0% a 0,25% a.a., enquanto o BCE divulgou uma agenda de flexibilização a fim de normalizar os indicadores de condições financeiras.