A semana foi marcada pela preocupação com os indicadores de atividade e inflação dos EUA que transmitiram a sensação de que a recessão está à espreita. Influenciado pela alta dos preços dos combustíveis, serviços e pela continuidade do descasamento entre demanda e oferta, o CPI apresentou alta de 9,1% a.a. em junho, o maior valorContinue reading "Comportamento Semanal – À espreita"
Fundamentalmente em função das medidas de redução da alíquota do ICMS sobre os combustíveis e a energia elétrica, as estimativas para o IPCA reduziram-se fortemente. A projeção para o IPCA em 2022 reduziu-se de 8,50% há 4 semanas para 7,67%. Como os efeitos estariam restritos a esse ano, as projeções para 2023, horizonte ainda consideradoContinue reading "Comportamento Semanal – De olho nos indicadores dos EUA"
Na semana, os crescentes temores com uma possível recessão nos EUA deterioraram a aversão ao risco. Com os dados mais fracos de atividade e a possiblidade de um ciclo de aperto monetário seja menos agressivo, o rendimento das T-Notes de 10 anos recuou fortemente em -0,25 p.p. para 2,88% a.a., devolvendo toda a alta registradaContinue reading "Comportamento Semanal – Recessão e risco"
Para o Copom, apesar do ajuste monetário intenso e tempestivo, ainda não se observa o seu efeito contracionista, nem na inflação corrente. Diante deste cenário, a perspectiva de manutenção da taxa básica de juros por um período suficientemente longo não asseguraria, neste momento, a convergência da inflação para o redor da meta. Por isso, sinalizouContinue reading "Comportamento Semanal – Apesar de intenso e tempestivo"
Importante na definição das políticas monetárias, ao produzir volatilidade, a semana conturbou o cenário prospectivo. A grande inquietação refere-se a uma possível tempestade a frente que leve a uma recessão. Assim vários bancos centrais elevaram os seus juros e o Europeu demonstrou incômodo com o aumento do risco soberano de alguns países da região. ComoContinue reading "Comportamento Semanal – Tempestade a frente?"
Quarta-feira será de extrema relevância para o Banco Central (BC) e o Federal Reserve (Fed), nem tanto pelas decisões de elevação das taxas juros, mas pelos sinais dos próximos passos. No ambiente interno, a questão é se o provável aumento em 0,50 p.p. para 13,25% a.a. será o último, dado o cenário adverso para oContinue reading "Comportamento Semanal – Super quarta"