A inflação ao consumidor (CPI), favorável ao final do aperto monetário, e os indícios de que a atividade nos EUA esteja perdendo tração aumentaram as apostas no final do ciclo de aperto monetário. Como consequência, a semana passada mostrou-se positiva para o desempenho dos ativos de maior risco, com uma queda considerável nos retornos das T-Notes,Continue reading "Comportamento Semanal – Atividade, inflação e juros"
Reconhecendo um progresso deflacionário relevante, constatado na trajetória das medidas de núcleos e da inflação de serviços, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) reforçou a dinâmica benigna para a inflação. Contudo, ponderou que ainda há um caminho longo a percorrer para a ancoragem das expectativas e à convergência à meta.Continue reading "Comportamento Semanal – Deterioração do cenário externo"
Sem surpresas em suas decisões, no que tange à trajetória das taxas básicas de juros, tanto o Federal Reserve (Fed), como o Banco Central (BC) também não apresentaram novidades significativas no teor das suas mensagens. Apesar de que, dada a robustez da atividade e do emprego, o Fed mantivesse o seu discurso de que novosContinue reading "Comportamento Semanal – Ainda sem novidades"
O grande destaque da semana que se adentra será a reunião do Copom que reduzirá a Selic em mais -0,50 p.p. para 12,25% a.a.. Como não houve modificações substanciais no balanço de riscos, a decisão cumprirá a sinalização efetuada na última reunião, contudo a atenção certamente estará voltada para eventuais novidades no teor da comunicaçãoContinue reading "Comportamento Semanal – Novidades na comunicação?"
Em setembro, entendendo como uma trajetória compatível com a manutenção de uma política monetária contracionista que seria necessária para a convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante (2024 e, em grau menor, 2025), o Copom antevia em seus próximos encontros novos cortes de -0,50 p.p. na taxa Selic. Entretanto,Continue reading "Pré-Copom – Novembro de 2023"
Em uma semana novamente marcada pelo aumento da aversão ao risco, manifestado na alta na rentabilidade das T-Notes e no preço do petróleo, o destaque ficou com a relativa frustação em relação à evolução dos indicadores da economia real. Com uma queda de -0,9% na margem, a taxa de expansão do volume de serviços acumuladoContinue reading "Comportamento Semanal – Freio no otimismo"